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Free tour em Cusco no centro histórico

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Descubra todo o centro histórico de Cusco com o melhor free walking tour em espanhol (ou em inglês, se preferir), acompanhado por guias indígenas qualificados. Nos nossos passeios gratuitos por Cusco, você vai conhecer os principais atrativos do período inca e colonial.

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Make your free tour reservation now, even last-minute reservations are accepted! — We are operating all free tours in Cusco in English and Spanish — separate groups. Check the timetable below.

ROTA

Ponto de encontro

Os free walking tours pelo Centro Histórico de Cusco começam em frente ao restaurante Chicha, na Plaza Regocijo (rua Heladeros 290), procure o colete amarelo. Por favor, não confunda com a plaza de Armas.

Casa do Inca Garcilaso de la Vega (visita externa)

Seus primeiros passos pelo Centro Histórico de Cusco vão te levar até o que foi a casa do Inca Garcilaso de la Vega, considerado o primeiro mestiço cultural do Peru e da América, por ser filho de um conquistador espanhol e de uma princesa do Tawantinsuyo.

Nascido em Cusco em 12 de abril de 1539, Garcilaso de la Vega é o autor dos Comentários Reais dos Incas. Em sua obra, ele revela a história, as tradições e os costumes dos “filhos do Sol”, baseando-se nos relatos de sua família materna.

Pintura de Alonso Monroy após o terremoto de 1650 na cidade de Cusco.

Mas a história do chamado “príncipe dos escritores do Novo Mundo” começa a ser contada nos ambientes da antiga casa colonial do século XVI, que o seu guia vai te mostrar no início do free tour.

Localizada na Plaza Cusipata ou Regocijo, a antiga casona foi construída sobre terraços incas. Seu primeiro proprietário foi Pedro de Oñate. Após sua morte, a casa foi ocupada por Sebastián Garcilaso de la Vega e sua esposa Isabel Chimpu Ocllo.

Hoje, essa casona histórica e imponente — onde nasceu e cresceu o primeiro mestiço do Peru — é a sede do Museu Histórico Regional de Cusco. Recomendamos muito a visita depois de caminhar com a gente!

Praça San Francisco

De praça em praça. Da Plaza Regocijo até a San Francisco, um espaço público animado e de acesso livre, onde você vai conhecer o Jardim Botânico de Cusco. Nessa parada, o seu guia vai compartilhar conhecimentos sobre a flora andina.

No jardim, você vai conhecer a cantuta ou kantu (Cantua buxifolia), flor nacional do Peru; o cedro-americano (Cedrela odorata); a uña de gato (Uncaria tomentosa) e o palto (Persea americana), entre outras espécies.

Mas além da flora, quem se destaca na praça é a arquitetura do convento e da igreja colonial de San Francisco. Construída no século XVI sobre os terraços incas de Chaqnapata, sua fachada impressiona pelo estilo plateresco.

Colégio Nacional de Ciências e Artes (visita externa)

Adeus à flora, e bem-vinda a ciência e o saber no primeiro colégio público de Cusco. O famoso Cienciano, como é popularmente conhecido, foi fundado em 1825 por ordem do libertador Simón Bolívar.

Nos seus primeiros anos, o colégio funcionou nos claustros da igreja da Companhia de Jesus, dividindo o espaço com a Universidade San Antonio Abad. Em 1828, o Cienciano foi transferido para sua localização atual, na rua Santa Clara.

A sede dessa emblemática instituição de ensino faz parte da Zona Monumental de Cusco, declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, graças à sua fusão arquitetônica entre o mundo inca e o hispânico.

O nome Cienciano também está ligado ao esporte, já que o clube de futebol mais vitorioso de Cusco leva esse nome. Em 2003, a equipe inca conquistou a Copa Sul-Americana e, no ano seguinte, levantou a Recopa ao vencer o Boca Juniors da Argentina.

Arco de Santa Clara

Depois de receber os “ensinamentos” do seu guia em frente ao colégio mais antigo de Cusco, você vai atravessar o Arco de Santa Clara, uma bela obra arquitetônica erguida para celebrar a criação da Confederação Peru-Boliviana.

Em 1836, o marechal Andrés de Santa Cruz ordenou a construção de um arco monumental com uma porta principal e duas laterais, na esquina oeste da Plaza San Francisco, ao lado do Colégio Nacional de Ciências e Artes.

Santa Cruz foi o idealizador de um estado confederado entre o Peru e a Bolívia. Seu plano de unir as duas nações se tornou realidade em 1836, mas acabou fracassando por conta da forte oposição interna e externa. Em 1839, a confederação foi oficialmente dissolvida.

Mas o arco de meio ponto com colunas jônicas — conhecido como Arco de Santa Clara — continua de pé até hoje, chamando a atenção e despertando os cliques dos turistas como você, que nos acompanham pelas ruas do Centro Histórico de Cusco.

Mercado Central de San Pedro

Um pouco de tudo e com bons preços no mercado mais antigo de Cusco. Inaugurado em 7 de junho de 1925, o Mercado de San Pedro oferece de tudo — desde batatas nativas até os insumos necessários para fazer uma oferenda à Pachamama.

Projetado pelo engenheiro Gustave Eiffel (sim, o mesmo da famosa torre em Paris), o mercado encanta pelos seus aromas, cores, sabores e pela grande variedade de produtos que revelam a essência cultural do Peru andino.

Antes da sua inauguração, Cusco não contava com um mercado principal. Durante a época colonial e no primeiro século da república, os comerciantes ocupavam a Plaza de Armas e a Plaza San Francisco, o que causava desorganização e muita sujeira.

Foi o prefeito Manuel Silvestre Frisancho quem teve a iniciativa de criar o mercado de San Pedro — sem imaginar que, cem anos depois, ele se tornaria uma das atrações turísticas mais queridas do Centro Histórico de Cusco.

Plaza de Armas

Se Cusco é o “umbigo do mundo”, a Plaza de Armas é o centro desse umbigo. Então, prepare os seus passos para seguir rumo a esse espaço urbano onde se encontram a história, a cultura e a arquitetura da “Capital Histórica do Peru”.

Free walking tour Cusco en el centro histórico

Chamada de Auqaypata pelos incas, a praça é cercada por construções religiosas e civis erguidas sobre antigos templos e palácios pré-hispânicos. Essa fusão entre o mundo andino e o ocidental dá origem a um espaço de beleza arquitetônica única.

Free walking tour Cusco en el centro histórico

Da praça, você poderá observar a Catedral, o convento de Santa Catalina, as igrejas do Triunfo, da Sagrada Família e da Companhia de Jesus. Os portais e os edifícios com varandas — hoje transformados em comércios — também vão chamar sua atenção.

Antes da chegada dos espanhóis, em Aucaypata ou Huacaypata se impunham com sua monumentalidade de pedra os palácios incas de Amaru Cancha e Kiswar Cancha, além dos templos Aclla Wasi e Suntur Wasi, entre outras construções de caráter político e religioso.

Túpac Amaru I e Túpac Amaru II foram executados nesta praça, em 1572 e 1781, respectivamente. Ambos acontecimentos simbolizaram o fim da nobreza inca. Mas seu sacrifício não foi em vão — eles deixaram um legado de honra e coragem.

Aproveite sua visita para fotografar a fonte de água no centro da praça. Ela foi doada pela cidade de Nova York em 1908. Anos depois, foi colocada sobre ela uma estátua de Manco Cápac, o fundador da sociedade inca.

Free walking tour Cusco en el centro histórico

Basílica Catedral (visita externa)

No átrio do principal templo de Cusco — a poucos passos da Plaza de Armas —, seu guia vai te contar a história da primeira catedral do Peru, que, por suas dimensões impressionantes, é considerada a segunda maior da América.

Sua origem remonta ao período entre 1560 e 1664. Naquela época, o arquiteto Juan Miguel de Veramendi dirigiu a construção da Basílica Catedral. Mais tarde, ele seria substituído por Juan Correa.

Em 1615, o mestre Miguel Gutiérrez Sencio assumiu a obra e a concluiu em 1649. De estilo barroco andino, do átrio da Catedral você terá uma vista linda da Plaza de Armas e das montanhas de Cusco.

Se você se interessa por arte religiosa, vale muito a pena visitar o interior da Catedral. Com estilo renascentista, seus claustros abrigam valiosas coleções que revelam a sensibilidade dos artistas coloniais.

Calle Loreto ou rua do Sol

E de repente, você vai sentir que seus passos te levam de volta ao Cusco imperial, onde se adorava o Sol e se honrava a Mãe Terra. Isso acontece quando você deixa a imaginação fluir nessa rua cheia de história e passado.

Inti Kijllu (Rua do Sol), era como os antigos a chamavam em quéchua. Depois, os espanhóis a rebatizaram como Calle Loreto. Mas, além do nome, essa rua só para pedestres ainda conserva as enormes pedras que caracterizam os muros pré-hispânicos. Flanqueada pelo Amaru Cancha e pelo Aclla Wasi, Inti Kijllu conecta a Plaza de Armas com a Calle Pampa del Castillo — outro lugar icônico do “umbigo do mundo”, a cidade que estamos descobrindo juntos.

Alpacas e lhamas (opcional)

Simpáticas, encantadoras e às vezes teimosas, as lhamas e alpacas são animais representativos dos Andes. Chegar perto delas, fazer carinho e tirar uma foto ao lado é uma das experiências mais buscadas pelos viajantes que visitam Cusco.

Se o tempo permitir e o seu guia achar apropriado, talvez você tenha a chance de interagir nas ruas de Cusco com esses “carneirinhos e cavalos andinos”, como foram descritos pelos cronistas espanhóis.

Nos Andes, as lhamas ainda são usadas como animais de carga — até hoje existem tropeiros que viajam com elas. Já a lã da alpaca é muito valorizada e usada para fazer ponchos, suéteres, mantas e os típicos chullos (gorros andinos).

Altivas e imprevisíveis, aproxime-se com cuidado. Seja paciente, gentil e conquiste a confiança delas. Assim você evita que fiquem inquietas ou reativas. Acredite: você não vai querer ver uma lhama de mau humor!

E aproveite o momento para perguntar ao seu guia o que as lhamas e alpacas fazem quando estão irritadas. A resposta vai te surpreender!

Palácio do Inca Pachacútec

Neste lugar, o seu guia vai te explicar sobre o Barroco Andino — uma corrente artística que surgiu no Peru durante a época colonial. Ele também vai te contar sobre a importância do Qoricancha, o templo inca onde se cultuavam o deus Sol, a deusa Lua, o arco-íris e o raio.

No coração do Centro Histórico estão as estruturas e evidências arquitetônicas do que foi o palácio de Pachacútec (1438 a 1478 d.C.), o sapan inca que consolidou o domínio de Cusco nas alturas andinas.

A Qasana, como era chamado o palácio na época inca, contava com vários pátios ou canchas com jardins exuberantes, todos rodeados por oito recintos construídos com impressionantes blocos de pedra.

Quando os conquistadores tomaram Cusco, a Qasana de Pachacútec se transformou no quartel-general do exército espanhol. Após a declaração da independência, continuou com essa função e passou a ser ocupada por militares peruanos.

As visitas ao palácio de Pachacútec acontecem somente de segunda a sexta, nos free tours que começam às 10h00 e às 13h00.

Igreja de Santo Domingo e Qoricancha (visita externa)

Neste lugar, o seu guia vai te explicar sobre o Barroco Andino — uma corrente artística que surgiu no Peru durante a época colonial. Ele também vai te contar sobre a importância do Qoricancha, o templo inca onde se cultuavam o deus Sol, a deusa Lua, o arco-íris e o raio.

A palavra Qoricancha significa “recinto dourado” em quéchua. Quando os espanhóis chegaram, seus muros estavam cobertos por placas de ouro, que foram retiradas pelos conquistadores. Além disso, no templo eram realizados estudos de observação astronômica.

No século XVI, os muros incas do Qoricancha serviram de base para a construção do convento e da igreja colonial de Santo Domingo.

A construção de templos católicos sobre lugares sagrados dos incas foi uma estratégia religiosa, ideológica e cultural que buscava mostrar, de forma simbólica, que os deuses ocidentais estavam acima das divindades andinas.

Apesar disso, muitas crenças dos antigos se mantiveram ou se fundiram com os rituais católicos, dando origem ao sincretismo religioso que hoje é visível em várias manifestações artísticas e culturais.

Atualmente, esse conjunto arquitetônico é um símbolo da fusão andino-espanhola. O templo colonial e as paredes do Qoricancha são testemunhas do passado imperial e da presença colonial no lendário Cusco.

Local de encerramento

O free tour pelo Centro Histórico de Cusco termina nas imediações de Santo Domingo, a apenas 5 minutos a pé da praça de Armas da “Capital Arqueológica do Peru”.

HORÁRIOS

HorárioIdiomaDuração
10h00Todos os diasinglês2.5 h
13h00De segunda a sábado
15h30
10h00Todos os diasespanhol
15h30De segunda a sábado
Não operamos no dia 1º de janeiro. A duração do passeio é aprox.

PONTO DE ENCONTRO

Calle Heladeros 298 em frente ao restaurante Chicha — Como chegar?, procure o colete amarelo. Por favor, não se confunda com a plaza de Armas.

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PREÇO

A reserva para este passeio é 100% gratuita. No final do passeio, você pode fazer uma doação de acordo com a qualidade do passeio. A maioria dos turistas deixa uma gorjeta entre 30 a 50 soles pp. Deixar gorjeta é obrigatório.

Lembre-se que o seu guia turístico não tem salário, ele depende inteiramente da sua doação.

DETALHES

Tipo de tour: Passeios em grupo — não são tours particulares.

Acessibilidade: Não é apto para pessoas com mobilidade reduzida.

Incluído: Guia turístico profissional.

O que eu trago?

  • Suéteres.
  • Raincoats — capas de chuva.
  • Ponchos de chuva.
  • Chapéus.
  • Sapatos antiderrapantes.
  • Dinheiro-cash (soles peruanos, dólares americanos ou euros) para a gorjeta.

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